Loja Virtual

Qual o melhor: plataforma de e-commerce ou marketplace?

Plataforma de e-commerce ou marketplace? As duas opções têm o intuito de desenvolver um negócio pela internet. Do ponto de vista mercadológico, ambas são interessantes, contudo, sua escolha depende do grau de maturidade do negócio, suas necessidades, recursos disponíveis, o nicho ao qual está inserido, entre outras variáveis.

Os números são bastante animadores. Segundo o Ebit, o marketplace movimentou R$ 73 bilhões, enquanto o e-commerce foi responsável por R$ 47 bilhões em 2017, o que prova que é possível investir nos dois campos. Por conta disso, no post de hoje, vamos apresentar mais sobre o conceito de cada uma, suas vantagens, desvantagens, motivos para integrá-las e muito mais. Boa leitura!

O que é uma plataforma de e-commerce?

Uma plataforma de e-commerce é o sistema que dará suporte a um negócio exclusivo de uma marca. É semelhante a uma loja física, só que no ambiente virtual. É dividida em back-end, interface em que os gestores podem cadastrar seus produtos e acompanhar o andamento dos pedidos, e front-end, interface em que os usuários têm acesso.

Todos os recursos podem ser providos por uma fornecedora que aluga ou concede a licença de uso — ou o próprio negócio pode desenvolver a loja virtual a partir de códigos de programação.

Vantagens

A principal delas é a autonomia em que os gestores podem conduzir o seu negócio, afinal, é um site próprio. Dessa forma, é possível definir o layout, os preços, as promoções e toda uma estratégia de marketing voltada para os benefícios do próprio empreendimento.

Ele oferece também uma grande conveniência e comodidade para mantê-lo, já que a gestão pode ser feita de casa e sem grandes complicações.

Desvantagens

Dependendo da proposta e do tipo de plataforma, será custoso desenvolver um e-commerce, principalmente se a ideia é passar maior profissionalismo. Até existem plataformas gratuitas, contudo, elas são limitadas e nem sempre oferecem as ferramentas adequadas para o crescimento do negócio.

A concorrência ainda é grande, mas com uma estratégia eficiente é possível conquistar o espaço em um mercado tão competitivo.

O que é uma plataforma de marketplace?

Essa é uma plataforma que reúne diversos vendedores — sellers — que têm um espaço para apresentar seus produtos e ofertas. É semelhante a um shopping center, só que no ambiente virtual, em que cada seller possui uma loja alugada ou paga ao marketplace um percentual pelas vendas.

Vantagens

Os custos são inferiores aos de criar um site, uma vez que não há investimentos com hospedagem, TI, design, manutenção etc. Os clientes podem visitar vários lojistas com produtos diferentes e concluir a compra em um só carrinho. Assim, mais sellers se beneficiam do fato de estarem juntos.

Também é possível desenvolver estratégias de marketing, tanto para dentro do marketplace quanto para outras plataformas, como redes sociais e buscadores. As internas visam um melhor ranqueamento quando o usuário faz uma busca por um produto e incluem pagar por melhor visibilidade e boa reputação.

As externas podem incluir SEO, anúncios nos buscadores, redes sociais, redes de displays etc. O seller pode, inclusive, se beneficiar das ações realizadas pelos marketplaces. Por exemplo, um usuário visitou um produto da sua categoria, depois acessou uma rede social e foi exposto a um anúncio de remarketing com o seu produto, mas quem pagou foi a plataforma.

Desvantagens

Dependendo do produto oferecido há outros vendedores que aumentam a concorrência, mas, ainda assim, é possível se destacar apresentando boas condições e atendimento focado na experiência do usuário.

Além disso, não é possível garantir que todos os sellers tratem bem seus clientes ou cumpram com as promessas. Se sua proposta conseguir resolver as necessidades dos clientes e gerar boas avaliações, os resultados serão mais sensíveis.

Devo criar um e-commerce ou vender em um marketplace?

Por que não os dois? Como mencionado no início do post, a escolha vai depender de vários pontos. Um deles são os recursos para investir, o negócio pode dar início a sua estratégia em uma das opções, migrar para a outra e até utilizar as duas. Dessa forma, se isso for feito, a tendência é apenas o aumento de vendas.

Quem atua nas duas plataformas se beneficia da reputação que já tem e também com a reputação que constrói no novo canal. Além disso, há um aumento significativo na visibilidade da sua proposta, que passa a ser acompanhada por mais de um público.

Como fazer a integração?

É possível otimizar a plataforma de e-commerce com links para marketplaces ou utilizar integradores que facilitam a gestão. A seguir deixamos algumas dicas para ajudar nesse processo.

Planeje a integração

Análises sobre os canais de vendas, seus números, vantagens e desvantagens vão reduzir os riscos de se investir. Por isso, é importante buscar informações relevantes para gerar conversões. A partir daí, planeje como será feita a integração, quais produtos farão parte, preços praticados e principalmente os objetivos a serem alcançados.

Se optar pelo marketplace como uma extensão do e-commerce, será preciso avaliar quais opções mais se adéquam às características do negócio e do público-alvo. São muitos os marketplaces, contudo, nem todos são bons, pois não podem atingir o seu nicho de atuação, apresentam altas taxas, cobram alto pela hospedagem, entre outros impedimentos.

Utilize um integrador

Com um integrador é possível cadastrar produtos e acompanhar os pedidos em vários canais, mensurar os dados de navegação e, a partir daí, moldar a estratégia conforme suas necessidades.

Há casos em que a própria plataforma oferece o integrador, seja por plugin ou já inserido no painel de controle. Dê preferência por soluções que forneçam essa ferramenta.

Acompanhe os resultados

Relatórios de ambas as plataformas vão auxiliar na tomada de decisões, na precificação, nas aquisições junto a fornecedores e no aperfeiçoamento das ações como um todo. O ideal é definir quais métricas são as mais interessantes e, a partir daí, buscar formas de ampliar seus resultados.

Não tenha medo

Independente se a escolha foi uma plataforma de e-commerce ou marketplace, se você se planejou, estuda o mercado e acredita ter uma boa proposta, por que não começar? Há várias formas de divulgar seus produtos e cada vez mais pessoas estão dispostas a comprar pela internet. O que não pode faltar é determinação e vontade de crescer.

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